Batida seca de martelo.
O som forte do serrote.
O que segue imediatamente a isso não é agradável
se, como eu, você pudesse vislumbrar o fim
não diria que perco meu tempo.
O fim não é a música por si, mas eu a faço!
Faço música! Digo isso porque
esse timbre só existe por minha causa,
só existe pelo meu suor,
sangue,
sentimento.
Quando toco o seu braço,
sinto o seu corpo,
Silêncio!
Tento escutar...
É como se você estivesse perto de mim.
Procuro com essa arte,
escutar sua voz mais de perto,
ouvir seus lamentos e felicidades,
nem que seja através das cordas
de um alaúde que eu sonhei um dia constuir.
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Rabeca "Medieval"
Tenho trabalhado em uma; já deve fazer um mês... Vamos lá.
www.picasaweb.google.com/fardoseoficios
www.picasaweb.google.com/fardoseoficios
sábado, 9 de maio de 2009
Algumas músicas fazem minha imaginação ir a mil...
O texto abaixo deve-se ser lido de modo bem devagar no começo e depois mais rápido enquanto se escuta Marisa Monte cantando 'Dança da Solidão'.
"Noite... Perfume... Que ar agradável... Da janela eu posso ver a lua nascendo.
Naquela noite a lua brilhava cheia. Eu estava no salão quando escutei aquela voz... que doce; um som de violão e algumas pessoas dançaram como se não houvesse outra noite mais enquanto outras seguiam o compasso da música com a cabeça ou os dedos. Ela estava com um vestido longo vermelho, com seus lindos olhos pretos. Como ela domina esse palco. Como domina...
Que melancolia que vem dessa sanfona, como ela me toca.
Mulheres viúvas, apaixonadas, suicídas e sós; dançando como se não houvesse amanhã.
Sinto-me só com as palavras que me arrastam a dançar, o salão parece só conter a mim e a ela, que canta. Desilusão... Desilusão, não me concentro mais em nada. A madrugada chegara e meu pensamento ia a mil quase separado do meu corpo que não parece ligar mais para nada. "Como essas pessoas (que estão sentadas) conseguem se controlar?" - pensava eu. Os pés desciam em um arpejo em Bm7(b5), executando um passo inequívoco, todos sabiam onde deveriam estar. E lá estavam. Ninguém errava a dança, ninguém se batia, todos sós, cada um dançando a seu modo."
O texto abaixo deve-se ser lido de modo bem devagar no começo e depois mais rápido enquanto se escuta Marisa Monte cantando 'Dança da Solidão'.
"Noite... Perfume... Que ar agradável... Da janela eu posso ver a lua nascendo.
Naquela noite a lua brilhava cheia. Eu estava no salão quando escutei aquela voz... que doce; um som de violão e algumas pessoas dançaram como se não houvesse outra noite mais enquanto outras seguiam o compasso da música com a cabeça ou os dedos. Ela estava com um vestido longo vermelho, com seus lindos olhos pretos. Como ela domina esse palco. Como domina...
Que melancolia que vem dessa sanfona, como ela me toca.
Mulheres viúvas, apaixonadas, suicídas e sós; dançando como se não houvesse amanhã.
Sinto-me só com as palavras que me arrastam a dançar, o salão parece só conter a mim e a ela, que canta. Desilusão... Desilusão, não me concentro mais em nada. A madrugada chegara e meu pensamento ia a mil quase separado do meu corpo que não parece ligar mais para nada. "Como essas pessoas (que estão sentadas) conseguem se controlar?" - pensava eu. Os pés desciam em um arpejo em Bm7(b5), executando um passo inequívoco, todos sabiam onde deveriam estar. E lá estavam. Ninguém errava a dança, ninguém se batia, todos sós, cada um dançando a seu modo."
sábado, 4 de abril de 2009
Grandes e Sonhos.
Que são essas coisas que chamamos de sonhos, aspirações? Realmente, são grandes, talvez não a princípio, mas aqueles pequenos sentimentos e vontades que perduram apesar de "correr" muito tempo podem ser considerados persistentes (grandes, por isso)...
A música. Grande música. Grande sonho que eu realizo todas as vezes que posso, sonho tal que sua fronteira é tão vasta que a cada dia, um pequeno e novo detalhe se faz perceber.
As vezes, para não usar 'sempre', temos de deixar alguns deles de lado. Queria mudar isso.
É muito fácil constatar.
É muito fácil não fazer nada.
A música. Grande música. Grande sonho que eu realizo todas as vezes que posso, sonho tal que sua fronteira é tão vasta que a cada dia, um pequeno e novo detalhe se faz perceber.
As vezes, para não usar 'sempre', temos de deixar alguns deles de lado. Queria mudar isso.
É muito fácil constatar.
É muito fácil não fazer nada.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Descobrimento.
Vou (re)começando o blog falando da Banda de Pau e Corda. Eu descobrí esse conjunto musical há pouco tempo e me ví fascinado com a grandiosidade da identificação que eu tive com eles. A música deles me lembra minha infância, inclusive a infância que eu não tive, a infância que eu vejo nas músicas, a saudade dos tempos sem preocupações. Tem tanta poesia, tanta melodia...
Ciranda de roda com rosa.
"A ciranda que você brincou
E nunca mais voltou
Ainda não deixei
Aquela rosa que você me ofertou
Com o tempo já murchou e fora não joguei
Aquela rosa que você me ofertou
Com o tempo já murchou e fora não joguei
Aquele beijo que você ganhou
Quando me entregou a rosa que eu guardei
Hoje tão seca ainda tenho a rosa
E em você o que sobra do beijo que lhe dei
Hoje tão seca ainda tenho a rosa
E em você o que sobra do beijo que lhe dei
Menina dos olhos meigos
Porque nunca mais voltou
Por sua rosa
Ainda danço lá na roda
Ainda canto aquela moda
Que você me ensinou
Por sua rosa
Ainda danço lá na roda
Ainda canto aquela moda
Que você me ensinou
É pena que você não penda mais
Pro lado do meu cordão
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração"
Escutem se puder. Sempre pode ser tempo de descobrimento.
rapidshare.com/files/58619142/O_Melhor_da_B_a_n_d_a___d_e___P_a_u___e___C_o_r_d_a.rar
O Link acima é uma coletânea; não achei o cd Redenção (gosto de todas as músicas), mas já serve para conhecer (ou descobrir...).
Ciranda de roda com rosa.
"A ciranda que você brincou
E nunca mais voltou
Ainda não deixei
Aquela rosa que você me ofertou
Com o tempo já murchou e fora não joguei
Aquela rosa que você me ofertou
Com o tempo já murchou e fora não joguei
Aquele beijo que você ganhou
Quando me entregou a rosa que eu guardei
Hoje tão seca ainda tenho a rosa
E em você o que sobra do beijo que lhe dei
Hoje tão seca ainda tenho a rosa
E em você o que sobra do beijo que lhe dei
Menina dos olhos meigos
Porque nunca mais voltou
Por sua rosa
Ainda danço lá na roda
Ainda canto aquela moda
Que você me ensinou
Por sua rosa
Ainda danço lá na roda
Ainda canto aquela moda
Que você me ensinou
É pena que você não penda mais
Pro lado do meu cordão
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração
Você é uma flor menina
Que nasceu nas rimas do meu coração"
Escutem se puder. Sempre pode ser tempo de descobrimento.
rapidshare.com/files/58619142/O_Melhor_da_B_a_n_d_a___d_e___P_a_u___e___C_o_r_d_a.rar
O Link acima é uma coletânea; não achei o cd Redenção (gosto de todas as músicas), mas já serve para conhecer (ou descobrir...).
Marcadores:
Arte,
Lembranças,
Música
Assinar:
Postagens (Atom)